Apesar de ter passado este tempo que estive ausente daqui sempre escrevendo para o meu outro blog Consumo Básico, evitei escrever sobre relacionamentos e coisas do tipo. Na verdade eu evitei até mesmo pensar sobre o tema, evitei e me bloqueei por um bom tempo em viver isto. Aquele trauma chato que atrai pensamentos do tipo "não quero sofrer novamente" sempre fica, mas (graças aos Deuses) um novo amor sempre vem.
Não adianta tentar fugir, há quem consiga ser feliz sozinho, focado no seu eu, mas este não é o meu caso.
Meu ápice de inspiração sempre se dá quando estou apaixonado, tanto que evitei escrever aqui para nao expor apenas as frustrações do trauminha pós fim de relacionamento. Como medos existem para serem vencidos, amores são feitos para inspirar e desde o incio dos tempos inspiram as mais belas artes. O que seria dos Beatles se não o amor, ou por vezes a falta dele? O que seria do Rei Roberto Carlos se não por seus amores e desamores vividos intensamente? O que seria de Shakespeare sem viver e observar amores e musas para inspirar-se?
Eu estou agora deitado, sozinho e relembrando aquele cheiro que fica nas cobertas, que lembra aqueles beijos, aquele corpo e tudo mais que um amor em nossa vida traz. Inspirado, rendido, emotivo, suspirante e o que é melhor: sem medo de tudo que vem com um amor imenso destes. Que viva a inspiração inexplicável dos amores, que todos possam melhorar seus dias com ela, afinal "all you need is love".
Não adianta tentar fugir, há quem consiga ser feliz sozinho, focado no seu eu, mas este não é o meu caso.
Meu ápice de inspiração sempre se dá quando estou apaixonado, tanto que evitei escrever aqui para nao expor apenas as frustrações do trauminha pós fim de relacionamento. Como medos existem para serem vencidos, amores são feitos para inspirar e desde o incio dos tempos inspiram as mais belas artes. O que seria dos Beatles se não o amor, ou por vezes a falta dele? O que seria do Rei Roberto Carlos se não por seus amores e desamores vividos intensamente? O que seria de Shakespeare sem viver e observar amores e musas para inspirar-se?
Eu estou agora deitado, sozinho e relembrando aquele cheiro que fica nas cobertas, que lembra aqueles beijos, aquele corpo e tudo mais que um amor em nossa vida traz. Inspirado, rendido, emotivo, suspirante e o que é melhor: sem medo de tudo que vem com um amor imenso destes. Que viva a inspiração inexplicável dos amores, que todos possam melhorar seus dias com ela, afinal "all you need is love".
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