Tinha tudo pra ser uma entrada de ano triunfal. Os planos eram apenas de simplesmente ficar guardadinho, passando a virada com uma amiga e dormir na casa dela até o outro dia quando voltaria pra casa e teria uma bela tarde com a família. Mas como este ano é um ano de superação de traumas e muitos risos (ao menos começou me mostrando que será assim) nada foi como o planejado e tudo pareceu meio que Last Friday Night (T.G.I.F.) da Katy Perry.
Depois da virada, dos fogos, da euforia de começar o ano agitando, os drinks (só lembro de duas garrafas sendo abertas), as coisas saíram dos conformes e nós saímos da casa da minha amiga. Chegamos a uma festa, a parte legal é lembrar da festa e claro não de como chegamos ou qualquer coisa do gênero. Muita gente, mais bons drinks (que em festas sempre parecem brotar de onde menos se espera) e repentinamente dei por falta de alguém. Ah sim minha amiga estava, ou deveria estar, comigo e lá fui eu faceiro a caça da "bunita". Lembrei que havia deixado minha mochila com ela num quarto onde ela ficou com um amigo e o "mega sem noção" aqui, claro, foi lá pra pegar a mochila e ver se ela estava lá. A surpresa da virada ficou por conta da bunda do amigo dela que cobria parte do corpo da querida e eu ainda gritava "eu só vim pegar a mochila, não tô vendo nada e já tô saindo". Não lembro nem de ter rido na hora, mas agora...
Passado o "trauma" lembro de meus pés terem suado muito e, como calçava alpargatas, viraram bolhas que hoje são feridas tratadas com pomada e que ainda me impossibilitam de caminhar sem dor. Tudo ficou bem, pois lembro que voltamos para a casa da minha amiga e ainda rimos um pouco enquanto conversávamos na cama antes de dormir. O mais incrível foi acordar sem ressaca alguma, apenas com sono. Como o combinado fui para a parada e peguei o ônibus para voltar pra casa. Ledo engano pensar que tudo terminaria bem aqui. Antes de descer ainda tirei o celular do bolso e fui conferir a hora, lembrei que estava sem carga de bateria e recoloquei o aparelho no bolso, ao menos foi o que pensei. Descendo do ônibus já pus a mão no bolso pra pegar as chaves e... cadê celular?! Saí correndo que nem um louco atrás do veículo e ninguém na rua para me ajudar a fazer o motorista parar. Até tentei recuperar e liguei para a empresa de transportes do município mas né... só faltou o "happy 2013, otário"!
Cheguei em casa e dei FELIZ ANO NOVO FAMÍLIA! Mas claro que contei só o ocorrido com o celular e o ônibus, pois relatar ver a amiga com um cara transando no primeiro dia do ano para a família... é no mínimo tenso e postar isso num blog é muito querer ser chamado de "loser" ou rir da vida e se permitir curtir tudo sem estresse.
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